Jonas Kernitskei, 32 anos, tetraplégico há quatro, pai há alguns dias.
No dia fatídico, de vinte e oito de novembro de dois mil e dez, numa tarde de muito calor um mergulho desastrado em uma piscina mudou de forma radical o curso do meu "caminhar". Uma lesão na altura da quinta vértebra e o diagnostico de tetraplegia, por enquanto, irreversível.












